sábado, maio 09, 2009

RECEBER A DOBRAR...


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"Aquilo que você der a uma mulher, ela vai tornar maior.
Se lhe der o seu esperma, ela vai dar-lhe um bebé.
Se lhe der uma casa, ela vai dar-lhe um lar.
Se lhe der compras de mercearia, ela vai dar-lhe uma refeição.
Se lhe der um sorriso, ela vai dar-lhe o seu coração.
Ela multiplica e amplia o que lhe é dado.
Portanto, se você lhe der qualquer porcaria, esteja preparado para receber uma tonelada de merda. "

domingo, abril 26, 2009

UM DIA VOU CONSTRUIR UM CASTELO...

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Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
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Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
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(Fernando Pessoa)



sexta-feira, abril 17, 2009

VERNÁCULO PARLAMENTAR...


Para quem não sabe: duas semanas atrás, os deputados da Nação discutiam um plano governamental de benefícios fiscais para a compra de painéis solares.
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José Eduardo Martins, deputado do PSD, afirma que o plano foi desenhado para beneficiar duas empresas, a Martifer e a Vulcano.
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Em tom irónico, o deputado do PS, Afonso Candal, diz: “Sei que a sua preocupação são os contribuintes. Eu sei… Eu sei… Sei que, piamente, esses são os seus interesses… São os contribuintes…”
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Suspeitando que Candal estaria a insinuar que José Eduardo Martins, que é advogado na área ambiental, poderia estar a querer defender interesses dos seus clientes, o deputado do PSD vira-se para Candal e declara:
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- “Vai para o caralho!”
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Candal ficou obviamente confuso. A que caralho estaria Martins a referir-se?
É que, na frase «vai para o caralho», o deputado do PSD utilizou o termo “caralho” como advérbio de lugar onde (Para onde vais? Para o caralho.)
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Ora, sendo Candal deputado do PS, será de supor que Martins o estava a mandar para o caralho do PS.
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Mas como em política, nem sempre o que parece, é, podia muito bem ser o caralho do PSD ou outro caralho qualquer.
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O grande problema, sempre que se usa o termo “caralho”, é saber se o utilizamos como substantivo, adjectivo, advérbio, unidade de medida, ou como qualquer outra das múltiplas formas como se pode usar o caralho.
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Por exemplo, no futebol, “caralho” é muito usado como nome próprio. De facto, mais de 60% dos jogadores de futebol se chamam Caralho. Daí, as expressões: “Passa a bola, Caralho!”, “Remata, Caralho, remata!”, “Vai-te embora, ó Caralho!”
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O caralho é também usado como pontuação.
Como virgula: “Ouve lá, caralho, quando é que pagas o que me deves?”
Como ponto de exclamação: “Olha que tu não me tornas a fazer isso, caralho!”
Como ponto final parágrafo: “Não faço nem mais um caralho”.
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O grande Millor Fernandes já tinha chamado a atenção para a utilização do caralho como unidade de medida: “grande comó caralho”, “longe comó caralho”.
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No entanto, no ambiente de um Parlamento, “vai para o caralho” é uma novidade.
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Há antecedentes, claro.

Em 1982, por exemplo, e segundo o DN, o velho Sousa Tavares, dirigindo-se ao “operário” Jerónimo de Sousa que, já nesse tempo, era deputado, disse:
“Olhe, vá à merda! Idiota! Mandrião! Vá trabalhar, que foi aquilo que nunca fez na vida! Calaceiro!”
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E recuando mais dois anos, para 1980, o então deputado do PS, Raul Rego, virando-se para o mesmo Sousa Tavares, deputado do PSD, sibilou:
“Vá para a puta que o pariu!”
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Percebe-se, portanto, que existe uma espécie de tradição de os deputados do nosso Parlamento se mandarem uns aos outros para sítios curiosos: para a merda, para a puta que os pariu e, agora, para o caralho!
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Em resumo: não se sabe se Afonso Candal seguiu o conselho do seu colega Martins e se foi mesmo para o caralho.
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Sr. deputado: quando lá chegar, diga-nos qualquer coisa.

Retirado de “O Coiso”

domingo, abril 12, 2009

O PAPA


O Papa, terminada a sua visita a Portugal, foi de limusina para o aeroporto. Como nunca tinha conduzido um carro daqueles, perguntou ao motorista se poderia conduzir por uns instantes.

O motorista atrapalhado, lá disse:
- Bem... acho que sim...! –
e foi para o banco traseiro da limusina enquanto o Papa ia para o volante.

Na auto-estrada A1, acelerou até aos 180 km/hora... 220 km/hora... 250 km/hora...
De imediato as luzes azuis da patrulha da BT da GNR surgiram no espelho.
O Papa lá encostou e o agente foi ao seu encontro. Quando se debruçou sobre janela e viu de quem se tratava, disse:
- Por favor... Aguarde um momento.... eu preciso ligar para a central.

O agente da BT pegou no rádio e chamou o Chefe, dizendo:
- Eu tenho uma pessoa muito importante que conduzia a mais de 250 km/hora na A1 e preciso de saber o que fazer.

- É o Cavaco? - Perguntou o chefe.
- Não, é ainda mais importante.

- Não é o Sócrates, é???
- Não, ainda mais importante!

- Quem é??? Não é o Victor Constâncio outra vez, pois não?
O agente respondeu:
- Não! É ainda mais importante do que esse...

- Bem, mas então quem é esse VIP??!! - gritou o Chefe já sem paciência.

Ao qual o agente responde:
- Eu não tenho bem a certeza, mas acho que deve ser Jesus Cristo, porque o motorista é o Papa!!!

domingo, março 29, 2009

DEPUTADOS




Em Portugal, os deputados ganham 3708 euros de salário-base, o que corresponde a 50% do vencimento do presidente da República. Os subsídios de férias e de Natal são pagos em Junho e em Novembro e têm direito a10% do salário para despesas de representação. Como também lhes são pagos abonos de transporte entre a residência e São Bento uma vez por semana, e por cada deslocação semanal ao círculo de eleição, um deputado do Porto, por exemplo, pode receber mais dois mil euros, além do ordenado.
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De acordo com o "Manual do Deputado", os representantes do povo podem estar no regime de dedicação exclusiva e acumularem com o pagamento de direitos de autor, conferências, palestras, cursos breves, etc.
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Como o fim da subvenção vitalícia irá abranger somente os deputados eleitos em 2009, os que perfaçam até ao final da legislatura 12 anos de funções (consecutivos ou intervalados) ainda a recebem, mas com menor valor. Quem já tinha 12 anos de funções quando a lei entrou em vigor - em Outubro de 2005 - terá uma subvenção vitalícia de 48% do ordenado base - pelo actual valor, quase 1850 euros - logo que completar 55 anos.
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O Governo acautelou assim a situação de parte dos deputados do PS eleitos em 1995, com a primeira vitória de Guterres, pelo que ao fim de dez anos de actividade (até 2005) poderão auferir a pensão vitalícia que corresponde a 40% do vencimento-base - dez anos a multiplicar por 4% do vencimento base auferido quando saiu do Parlamento. A subvenção é cumulável com a pensão de aposentação ou a de reforma até ao valor do salário base de um ministro que é em 2008 de 4819,94 euros. Os subvencionados beneficiam ainda "do regime de previdência social mais favorável aplicável à Função Pública", diz o documento.
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Sócrates recebe pensão vitalícia
José Sócrates tem direito à pensão vitalícia por ter 11 anos de Parlamento. Eleito pela primeira vez em 1987, esteve oito anos consecutivos em funções. Secretário de Estado do Ambiente e ministro da pasta nos Governos de Guterres, voltou em Abril de 2002, onde ficou mais três anos.
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Quem tem e vai ter a subvenção
Almeida Santos (PS), Manuela Ferreira Leite, Manuel Moreira e Eduarda Azevedo (PSD), Narana Coissoró e Miguel Anacoreta Correia (CDS-PP) e Isabel Castro (PEV) já requereram a subvenção vitalícia. Outros 31 deputados, 20 dos quais do PS, poderão pedi-la, pois até ao fim de 2009 perfazem 12 anos de mandato, embora só se contabilizem os anos até 2005.
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Salário cresceu 77 euros num ano
Em 2007, o vencimento-base de um deputado foi 3631,40 euros. Este ano é de 3707,65 euros , segundo a secretaria-geral da AR. Um aumento de 77 euros.
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Presidir à AR dá direito a casa
O presidente da Assembleia da República (AR) recebe 80% do ordenado do presidente da República - 5.810 euros. Recebe ainda um abono mensal para despesas de representação no valor de 40% do respectivo vencimento 2950 euros, o que perfaz 8760 euros. Usufrui de residência oficial e de um veículo para uso pessoal conduzido por um motorista.
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Dez têm carro com motorista
Ao presidente do Conselho de Administração (José Lello), aos quatro vices-presidentes da AR - na actual legislatura, Manuel Alegre (PS), Guilherme Silva (PSD), António Filipe (PCP) e Nuno Melo (CDS-PP) - e aos líderes parlamentares é disponibilizado um gabine pessoal, secretário e automóvel com motorista.
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Benesses para a Mesa da AR
Para os quatro vice-presidentes da AR (PS, PSD, CDS e PCP) e para os membros do Conselho de Administração, o abono é de 25% do vencimento 927 euros. Os seis líderes parlamentares e os secretários da Mesa têm de abono 20% do salário: 742 euros. Abono superior ao salário mínimo Os vice-presidentes parlamentares com um mínimo de 20 deputados (PS e PSD), os presidentes das comissões permanentes e os vice-secretários da mesa têm de abono 15% do vencimento - 555 euros. Mais 129 euros do que o salário mínimo nacional.
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Uso gratuito de correio, telefone e electricidade
Os governos civis, se solicitados, devem disponibilizar instalações para que os deputados atendam os media ou cidadãos. Os deputados podem transitar livremente pela AR, têm direito a cartão de identificação e passaporte especial e ao direito de uso e porte de arma. Podem também usar, a título gratuito, serviços postais, telecomunicações e redes electrónicas.
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Ajudas de custo para os de fora
Quem reside fora dos concelhos de Lisboa, Oeiras, Cascais, Loures, Sintra, Vila Franca de Xira, Almada, Seixal, Barreiro e Amadora recebe 1/3 das ajudas de custo fixadas para os membros do Governo (67,24 euros) por cada dia de presença em plenário, comissões ou outras reuniões convocadas pelo presidente da AR e mais dois dias por semana.
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Pára-quedistas ficam a ganhar
Os deputados que residem num círculo diferente daquele por que foram eleitos recebem ajudas de custo, até dois dias por semana, em deslocações que efectuem ao círculo, em trabalho político. Mas também os que, em missão da AR, viajem para fora de Lisboa. No país têm direito a 67,24 euros diários ou a 162,36 euros por dia se forem em serviço ao estrangeiro.
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Viagens pagas todas as semanas
Quando há plenário, a quantia para despesas de transporte é igual ao número de quilómetros de uma ida e volta semanal entre a residência do parlamentar e S. Bento vezes o número de semanas do mês (quatro ou cinco) multiplicado pelo valor do quilómetro para deslocações em viatura própria. Uma viagem ao Porto são 600 quilómetros cinco vezes num mês, dá três mil. Como o quilómetro é pago a 0,39 euros, o abono desse mês é de 1170 euros.
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Viver na capital também dá abono
Os deputados que residam nos concelhos de Cascais, Barreiro, Vila Franca de Xira, Sintra, Loures, Oeiras, Seixal, Amadora, Almada e Lisboa recebem também segundo a fórmula anterior. Os quilómetros (ida e volta) são multiplicados pelas vezes que esteve em plenário e em comissões, tudo multiplicado por 0,39 euros.
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Ir às ilhas com bilhetes pagos
A resolução 57/2004 em vigor, de acordo com a secretaria-geral da AR, estipula que os eleitos pelas regiões autónomas recebem o valor de uma viagem áerea semanal (ida e volta) na classe mais elevada entre o aeroporto e Lisboa, mais o valor da distância do aeroporto à residência. Por exemplo, 512 euros (tarifa da TAP para o Funchal com taxas) multiplicados por quatro ou cinco semanas, ou seja, 2048 euros. Mais o número de quilómetros (30, por exemplo) de casa ao aeroporto a dobrar (por ser ida e volta) multiplicado pelas mesmas quatro (ou cinco) semanas do mês, e a soma é multiplicada por 0,39 euros, o que dá 936 euros. Ao todo 2980 euros.
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Deslocações em trabalho à parte
Ao salário-base, ajudas de custo, abono de transporte mensal há ainda a somar os montantes pela deslocação semanal em trabalho político ao círculo eleitoral pelo qual se foi eleito. Os deputados eleitos por Bragança ou Vila Real são os mais abonados.
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Almoço a menos de cinco euros
Os deputados e assessores que transitoriamente trabalham para os grupos parlamentares pagam 4,65 euros de almoço, que inclui sopa, prato principal, sobremesa ou fruta. E salada à discrição. Um aumento de 0,10 euros desde 2006. Nos bares, um café custa 25 cêntimos, uma garrafa de 1,5 litro de água mineral 33 cêntimos e uma sandes de queijo 45 cêntimos.
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Imunidade face à lei da Justiça
Não responde civil, criminal ou disciplinarmente pelos votos e opiniões que emitir em funções e por causa delas. Não pode ser detido ou preso sem autorização da AR, salvo por crime punível com pena de prisão superior a três anos e em flagrante delito. Indiciado por despacho de pronúncia ou equivalente, a AR decidirá se deve ou não ser suspenso para acompanhar o processo. Não pode, sem autorização da AR, ser jurado, perito ou testemunha nem ser ouvido como declarante nem como arguido, excepto neste caso quando preso em flagrante delito ou suspeito do crime a que corresponde pena superior a três anos.
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Justificações para substituição
Doença prolongada, licença por maternidade ou paternidade; seguimento de processo judicial ou outro invocado na Comissão de Ética, e considerado justificado.
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Suspensão pode ir até dez meses
Pedida à Comissão de Ética, deve ser inferior a 50 dias por sessão legislativa e a dez meses por legislatura. Um autarca a tempo inteiro ou a meio tempo só pode suspender o mandato por menos de 180 dias.

JORNAL DE NOTÍCIAS 11.02.2008

sábado, março 28, 2009














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Hora de Verão:
Relógios adiantam 60 minutos a 29 de Março
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A hora de Verão vai chegar no último domingo de Março, dia 29, devendo os relógios em Portugal ser adiantados 60 minutos em todo o país, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa. Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios devem ser adiantados 60 minutos às 01:00 de 29 de Março, passando para as 02:00.
A próxima mudança de hora, para a hora de Inverno, vai ocorrer no último domingo de Outubro, ou seja dia 25.
Durante todo o período em que vigorar a hora de Verão, Portugal terá mais uma hora do que o tempo universal coordenado (UTC). A mudança da hora prende-se com a necessidade de não haver desfasamento solar, aproveitando-se o melhor possível a luz nas diversas actividades.
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quarta-feira, março 11, 2009

PS quer presidente da Câmara "virtual" de volta à realidade

Os eleitos do PS acusaram a maioria PSD-CDS de gerir o município num ambiente de “realidade virtual” e não mostrar abertura às propostas alternativas. Críticas que tiveram como resposta o silêncio.

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O vereador Nuno Marques Pereira, naquela que foi a sua primeira intervenção política após a escolha de José Costa para candidato dos socialistas, deu o mote para o que deverá ser o discurso do principal partido da oposição local. Falando no período antes da ordem do dia da última reunião pública, o porta-voz socialista retomou o balanço dos três anos de mandato feito pela coligação dando conta “que 90% das promessas eleitorais estão cumpridas, os principais projectos da cidade estão concluídos e as soluções para os problemas surgem em catadupa”. “Quem ouve o presidente só pode concluir que é um ambiente de Second Life, que existe apenas na realidade virtual”, acusou. Nuno Marques Pereira voltaria, também, a reclamar para o Estado os méritos de “algumas das soluções dos problemas” que o “presidente arroga para si”. “A Câmara e bem aceitou-os e foi diligente para fazer esses investimentos com benefício”, ressalvou. “Aveiro a que preside não está no Second Life, o senhor não é um avatar. A nossa missão aqui é dizer: tem de vir à realidade perceber os problemas que subsistem”, referiu o eleito socialista. Entre os problemas que “foram agudizados e para os quais a Câmara não encontrou solução”, Nuno Marques Pereira enumerou a “questão social”, a educação e parque escolar, a reabilitação urbana, as questões económico-financeiras e ambientais. “A Câmara ficou muito aquém”, responsabilizando o presidente por ainda não ter “invertido esta tendência”. O porta-voz do PS lamentou ainda que “a maior parte das vezes” os eleitos da oposição tenham como resposta a propostas o “silêncio” da maioria. Esta intervenção acabou, de resto, por não motivar comentários da coligação.
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terça-feira, março 03, 2009

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PARABÉNS SENHOR DR. JOSÉ COSTA


Depois de toda a gente, que gosta de política e dos seus meandros, andar a roer as unhas à espera de alternativa à Coligação CDS/PSD, foi ontem, finalmente anunciado, o tão desejado candidato. Vai ser muito difícil aos opositores do Dr. José Costa arranjarem aqueles pecadilhos do costume, que conhecem ou inventam, para descredibilizar aquele que, democraticamente, se apresenta para “destronar” alguém. É que fazer isso com o Dr. José Costa, não vai ser fácil, porque muita gente o conhece. Depois, o Dr. José Costa não é propriamente um neófito nestas lides da Câmara. Conhece-a bem por dentro, além de deter como gestor um CV invejável.
Conheço o Dr. José Costa há já alguns anos e não é um homem vulgar. É um gentleman. A arrogância e prepotência nele, está transformada em elegância e sensibilidade de trato, seja com quem for e, de tão amigas e familiares serem as suas palavras, até nos chegam a “intimidar”. Penso que será o Presidente de Câmara desejável para todos os Aveirenses. Para mim, é!

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

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E o burro sou eu?!
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sábado, fevereiro 07, 2009


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"Violência doméstica?"

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A violência pode manifestar-se de muitas maneiras. É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indiciar a violência contra parceiros, contra a mulher, contra o homem.

Mas também existem as expressões "violência no relacionamento" e "violência intra-familiar".

Onde se encaixa ESTA?

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terça-feira, janeiro 27, 2009

Platão:


"A penalização por não participares na política, é acabares por ser governado pelos teus inferiores".

quarta-feira, dezembro 31, 2008

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Cheguei!











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Um abraço muito apertado a cada uma das minhas Amigas e Amigos.
Vou descansar uns dias. Penso começar a trabalhar em Janeiro de 2009.
Desculpem esta longa ausência mas tinha que gastar, até ao último cêntimo, os lucros que tive como accionista de um banco que, afinal, por pagar tão bem, acabou por dar em pantanas.
Espero que o nosso Governo lhe dê uma ajuda, para isso é que cobra impostos!
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Bom Natal a todos e Próspero Ano Novo.
Depois, conversamos!


sábado, abril 05, 2008

Talvez...


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Não vou partir, mas uma ausência, por tempo indeterminado, impõe-se.
Cheguei e saio como um pobre anónimo, daí, ao contrário de alguns, nada ter contra eles. São pessoas comuns, iguais àquelas com que nos cruzamos nas ruas e que, só porque não as conhecemos, não temos o direito de ralhar com elas.
Portanto, vou de consciência tranquila. Nunca fiz aos outros aquilo que não queria que me fizessem a mim.
A casa continua aberta.
Agora, mesmo os mais pobres, os “pés descalços” que ainda não conseguiram adquirir um nickname (porque os tempos estão difíceis), podem vir aqui protestar.
Façam bom uso do sítio e não me desarrumem nada, porque talvez volte um dia.
Deixo aos meus amigos e amigas um abraço amigo e fraterno.
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domingo, março 23, 2008

Nestas férias de Páscoa


Mostro-vos um pouco da paisagem que avisto da minha humilde janela e não posso deixar de vos enviar daqui o meu abraço.
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E porque é tempo de darmos as mãos, convém ter sempre presente a máxima "A vida sem amor, não tem sentido!"
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segunda-feira, março 10, 2008

Quando nos amamos de verdade...

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Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto.
E então pude relaxar.
Hoje sei que isso tem um nome:
AUTO-ESTIMA

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é:
AUTENTICIDADE

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver tudo o que acontece e contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo a isso:
AMADURECIMENTO

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é:
RESPEITO

Quando me amei de verdade, comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável…
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse em baixo.
De início, a minha razão chamou a isso atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama:
AMOR-PRÓPRIO

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazewr grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, e que gosto, quando quero e em meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é:
SIMPLICIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a:
HUMILDADE

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o Futuro.
Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo, um dia de cada vez.
Isso é:
PLENITUDE.


Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me.
Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é:
SABER VIVER!
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“Não devemos ter medo dos confrontos…
até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.”

Um abraço
Charles Chaplin

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Diplomas há muitos...









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.O velho machambeiro (de Quelimane) está em sua sala, proseando com um amigo, quando um menino passa correndo por ali. Ele chama:

- Diploma, vai falar para sua avó trazer um cafézinho aqui prá visita!

E o amigo estranha:

- Mas que nome engraçado tem esse menino!!! É seu parente???

- É meu neto!
- Eu chamo ele assim porque mandei minha filha estudar em Maputo e ela voltou com ele

segunda-feira, janeiro 21, 2008

PERFEITO!

quinta-feira, janeiro 10, 2008


Democracia também é Alternância!

O Presidente de uma das Juntas mais emblemáticas de Aveiro, a Vera Cruz, parece andar de “carro às avessas” com o Presidente do Município Dr. Élio Maia. Ou será o Presidente da Câmara, que anda “arrevesado” com o senhor João Barbosa, Presidente da Vera Cruz, por este pedir consideração e respeito pela sua pessoa e funções?
Seja como for, na última Assembleia Municipal, o senhor Presidente da Câmara estalou o verniz e mandou o João Barbosa “tirar as mãos dos bolsos”…
Que eu saiba, o João Barbosa não é empregado da Câmara, nem tão pouco, estamos na tropa e, portanto, cada um pode meter as mãos no sítio que entender, desde que não as meta em sítio nenhum… que seja dos outros...
Depois, a respeitabilidade do Presidente da Câmara ou do Presidente da Junta, são iguais. Os títulos honoríficos são os mesmos. E ambos foram eleitos nos mesmos moldes. E assim, um não é subalterno do outro, embora o Presidente da Câmara pareça pensar isso.
Apenas deve haver respeito mútuo e, lamentavelmente, para surpresa de todos, não a houve por parte do presidente do Município.
É certo que a resposta do decano João Barbosa ao Élio Maia, foi devastadora, embora calma e serena, feita com elevação e elegância, própria de um político amadurecido, que não perde as “estribeiras” com uma qualquer provocação brejeira.
Depois, o Élio Maia devia ter mais cuidado, já que, nunca se sabe se o João Barbosa não será, nas próximas eleições autárquicas, a alternância à sua política e à sua pessoa…
Afinal, a sorte já bateu à porta do Élio… e nunca sabemos se na próxima não vai ter com o João Barbosa!

segunda-feira, dezembro 31, 2007

BOM ANO DE 2008

O Ano Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas as culturas têm os seus calendários anuais e celebram o “Ano-Novo. A celebração do evento é também chamada rèveillon, termo oriundo de rèveiller, que em francês significa “despertar “.
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de Janeiro como o dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces- uma voltada para a frente e a outra para trás.
Ficam aqui os meus votos de Bom Ano para as gentes da nossa cultura sem excepção, e que o novo Ano seja cheio de saúde paz amor e trabalho.
Gostava ainda de dar uma prenda a cada um dos portugueses e aos Aveirenses em particular:
Mudar alguns governantes que erradamente elegemos e que nos saíram umas “ricas” peças que não são capazes de dar conta do recado.